Os alunos na disciplina de Ciências Naturais, em articulação com a Biblioteca Escolar, pesquisaram sobre vários alimentos de origem lusófona. Os trabalhos de pesquisa foram depois expostos na Biblioteca para a comunidade escolar.
.
Esta atividade permitiu também a recolha de algumas receitas culinárias e curiosidades, sobre os alimentos pesquisados, junto de familiares. Os alunos empenharam-se na atividade e gostaram bastante de verem os seus trabalhos expostos.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
O que é o Colostro?
O colostro é o
primeiro leite produzido após o parto. É um líquido com uma consistência
espessa e cor amarela ou transparente e, apesar de ser produzido em pequena
quantidade, tem na sua constituição todos os nutrientes necessários para
alimentar adequadamente o recém-nascido.
O colostro reúne uma
grande quantidade de proteínas e de agentes de defesa contra infeções como
imunoglobulinas A, lactoferrina, células brancas (leucócitos), citoquinas,
entre outros, facilitando, também, a digestão do bebé (cujo sistema está ainda
em maturação após o nascimento) e a eliminação intestinal do bebé.
O colostro:
·
É a primeira e a
melhor vacina que se conhece.
·
Tem um aspeto
cremoso/viscoso e é de fácil digestão.
·
Tem uma função
protetora do tubo digestivo do bebé.
·
Tem um efeito laxante
que vai ajudar o bebé a expulsar o mecónio e a limpar do tubo digestivo.
·
Diminui o risco de
iterícia no bebé (doença caraterizada pela pele amarelada).
Trabalho
realizado por: Marco Muna do 6º E
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
DESCOBRE O NÚMERO 2014/2015
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Resultados do 1º período
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5º ANO
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6º ANO
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TURMA
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GRD
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Nº
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NOME
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TURMA
|
GRD
|
Nº
|
NOME
|
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A
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1º
|
18
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Pedro Saraiva
|
|
A
|
1º
|
10
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Hélder Silva
|
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2º
|
9
|
Eduardo Leite
|
|
2º
|
13
|
Marcela Lopes
|
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3º
|
2
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Ana Isabel Cunha
|
|
3º
|
19
|
Sara Salgado
|
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B
|
1º
|
3
|
Bruno Araújo
|
|
B
|
1º
|
6
|
Diogo Sousa
|
|
2º
|
18
|
Rodrigo Moreira
|
|
2º
|
18
|
Samuel Gonçalves
|
||
|
3º
|
14
|
Miguel Mendes
|
|
3º
|
9
|
Gonçalo Fernandes
|
||
|
C
|
1º
|
24
|
Tomás Silva
|
|
C
|
1º
|
7
|
Catarina Lopes
|
|
2º
|
12
|
Fábio Oliveira
|
|
2º
|
1
|
Alberto Silva
|
||
|
3º
|
14
|
Gonçalo Marques
|
|
3º
|
10
|
Diana Lopes
|
||
|
D
|
1º
|
12
|
João Lobo
|
|
D
|
1º
|
6
|
Diogo Capela
|
|
2º
|
9
|
Inês Salgado
|
|
2º
|
11
|
Laura
|
||
|
3º
|
15
|
Lara Ribeiro
|
|
3º
|
2
|
Ana Beatriz
|
||
|
E
|
1º
|
6
|
Diogo Maia
|
|
E
|
1º
|
19
|
Rafael Cunha
|
|
2º
|
7
|
Elsa Gonçalves
|
|
2º
|
8
|
Eduardo Cunha
|
||
|
3º
|
9
|
Gonçalo Carneiro
|
|
3º
|
17
|
Miriam Freitas
|
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MELHOR TURMA DO 5º ANO
|
C
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MELHOR TURMA DO 6º ANO
|
A
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Gémeos
Qual a origem dos gémeos e as diferenças entre univitelinos e bivitelinos?
Normalmente, de cada parto resulta uma só criança, mas, em alguns casos, o parto é múltiplo, isto e nascem, dois, três ou mais irmãos. Os irmãos que nascem de um parto múltiplo denominam-se gémeos.
A maioria dos gémeos tem a sua origem quando a mulher produz dois óvulos que são fecundados ao mesmo tempo por dois espermatozóides diferentes. Cada embrião desenvolve-se no seu saco amniótico com a sua própria placenta. São gémeos bivitelinos. Neste caso, as semelhanças existentes entre a criança são as mesmas que poderia existir entre irmãos de gravidezes separadas, sendo chamados gémeos falsos.
O caso mais raro acontece quando os gémeos provem de um só óvulo, que, depois de fecundado, da lugar a um ovo que se divide em dois embriões. Ambos partilham o saco amniótico e uma só placenta. São gémeos univitelinos. Neste caso, os irmãos são praticamente iguais, tem o mesmo sexo e a mesma aparência, sendo chamados gémeos verdadeiros.
Trabalho realizado pela turma E do 6º ano
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Cegonha-preta
Esta espécie tem o nome científico Ciconia nigra. A cegonha-preta
caracteriza-se pela plumagem branca no ventre e negra com reflexos metálicos no
dorso, na cabeça, na cauda e no pescoço. O bico e as patas, de cor vermelho
vivo no adulto, são esverdeados e bastante mais claros nos juvenis. A sua plumagem
escura pode, por vezes, refletir a luz do Sol, fazendo-a parecer bastante clara
ao longe.
A cegonha-preta é uma espécie em vias de
extinção. As maiores ameaças para esta espécie são a destruição das florestas e
de zonas de águas limpas, os incêndios, os pesticidas, as colisões com cabos de
alta tensão e com moinhos de energia eólica e a caça ilegal (principalmente em
África).
Habita em lagos, rios ou regiões
rodeadas por densas florestas; a cegonha-preta distribui-se, em Portugal, só
nas regiões mais interiores.
A sua alimentação inclui uma maior
percentagem de peixe e outros seres aquáticos. O regime alimentar da
cegonha-preta faz com que estas aves sejam úteis para a agricultura, pois comem
muitos insetos e servem como controladores de possíveis pragas. A base da sua
alimentação é constituída por crustáceos, anfíbios e pequenos peixes.
A
cegonha-preta chega da sua migração em março, e inicia imediatamente a época de
reprodução. Faz o ninho nas escarpas mais altas e afastadas da civilização
humana ou nos ramos dos maiores pinheiros.
Elaborado por: João Lobo 5.ºD
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
O lince-ibérico
O
seu aspeto geral é semelhante ao de um gato de cauda curta e romba. Grandes
patilhas de extremidade em ponta e orelhas com tufos de pelos negros nas
extremidades. As partes superiores são cinzento-arruivadas, com manchas escuras
sobre o dorso, flanco e membros.
HABITAT E
DISTRIBUIÇÃO
Este lince é uma espécie exclusivamente ibérica que em Portugal
se limita a algumas serras da Beira Baixa (serra da Malcata), Alentejo (região
das Alcáçovas) e Algarve (Serra de Monchique). Abriga-se entre as rochas ou nas
cavidades das árvores em bosques abertos de pinheiros nas montanhas, em matas
densas de silvas, giestas, tojos e estevas ricas em caça menor.
ALIMENTAÇÃO E
HÁBITOS
Sai ao fim da tarde e alimenta-se de coelhos e lebres, crias de gamo
e de veado e aves de solo. Quando caça é paciente, sigiloso e dotado de grande
rapidez de reflexos, o que o habilita a perseguir grande parte de animais da
fauna mediterrânica. Nessa atividade eminentemente noturna, é de particular
importância a sua audição apurada e uma visão capaz de discernir no escuro o
mais pequeno movimento – de onde vem exatamente a expressão “olho de lince”.
REPRODUÇÃO
Acasala entre fevereiro e março; a gestação é de 63 a
74 dias, nascendo entre duas a quatro crias numa ninhada por ano.
LONGEVIDADE: 15 anos em liberdade e 17 em cativeiro.
FATORES DE AMEAÇA
Destruição, degradação ou fragmentação de
habitats, perseguição direta pelo homem (tanto por causa da pele, como por
razões de medo ou segurança) e ainda pela escassez da sua principal presa
natural, o coelho bravo.
MEDIDAS DE CONSERVAÇÃO
O Lince corre risco sério de extinção e
os raros exemplares que restam em Portugal, estão protegidos pela lei em
Portugal e Espanha.
Elaboração: Inês 5.ºD
Águia pesqueira
Nome científico: Pandion haliaetus

Nome científico: Pandion haliaetus
HABITAT
Esta espécie encontra-se normalmente associada a zonas húmidas de média
ou grande dimensão, águas doces, salobras ou salgadas. Na faixa litoral
frequenta essencialmente zonas costeiras, estuários e lagoas, enquanto no
interior surge em barragens, açudes e cursos de água. Durante a migração podem,
por vezes, fazer uso de canais, tanques ou pequenos reservatórios de água onde
exista alimento disponível.
ALIMENTAÇÃO
A
Águia-pesqueira alimenta-se quase exclusivamente de peixe. Embora raramente, pode incluir na sua dieta pequenos
mamíferos, aves, répteis, anfíbios e também crustáceos e outros invertebrados.
REPRODUÇÃO
Os seus ninhos ficam
localizados em árvores perto de lagos de água doce ou escarpas e ilhéus
costeiros. As aves mais tolerantes à presença humana escolhem, por
exemplo, construções como moinhos, torres ou velhas ruínas.A época de
reprodução estende-se de meados de março a princípios de junho. O período de
incubação dos 2 a 3 ovos prolonga-se por 34-40 dias e a libertação das crias
acontece ao fim de 49-57 dias.
FATORES
DE AMEAÇA
Os
principais fatores que levaram ao declínio da espécie prendem-se com a
perseguição, a perturbação e a perda de locais de reprodução, mas igualmente
com a poluição das águas. Também em Portugal a perseguição direta e a
perturbação dos locais de nidificação parecem ter conduzido à diminuição da
população reprodutora.
Elaborado por: Diogo 5.ºE
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